sábado, 19 de julho de 2014

Guarda Portuária Frustra Furto no Rio de Janeiro

Na data de 16 deste Julho corrente, agentes da Guarda portuária da  turma Delta, interceptaram quadrilha que desviavam mantimentos do navio Kelly Ahh atracado no pátio dos armazém 8/9 no porto do Rio de Janeiro após denúncia. A equipe formada pelos Inspetores Storino e Paulo tiveram uma ação rápida, frustrando o intento dos meliantes que foram encaminhados à delegacia policial.

Foram 3 homens e uma mulher  encaminhados à DP onde foi lavrado o registro de Ocorrência Nº 005-08627/2014.
Participaram da ação, os Insp. Moura, Labolita, Paulo , Storino e os Guardas Portuários Rui, Vaz e Hoffman.

Mais uma vez, integrantes da Guarda Portuária, por todo o litoral brasileiro, põem suas vidas em risco em favor da segurança e da ordem dos portos.
Estamos expostos à pessoas de nacionalidades de toda a parte do globo terrestre, todo o tipo de carga e de ilícitos, carregando conosco toda a responsabilidade e riscos, mesmo após a jornada de serviço.



Frustrar um pequeno desvio como o resumidamente citado acima, certamente causa prejuízo a alguém, ou seja, alguém deixou de auferir vantagem em face à ação de pessoas que estão cumprindo seu dever.

Sendo os portos, verdadeiras fronteiras, de concentração de riquezas da ordem de 95% do comércio nacional e internacional  em trânsito, não é raro acompanharmos na mídia televisiva e impressa, apreensões de armas, drogas, e produtos contrabandeados dos mais diversos em nossos portos.
Ha pouco acompanhamos na mídia, uma apreensão da ordem de R$10mi no porto do Rio de Janeiro em obras de arte (http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/06/obras-de-artes-no-valor-de-r-10-milhoes-sao-achadas-em-containers.html).

Foram R$10.000.000,00 que alguém tomou de prejuízo, quando também na mídia, vemos organizações ceifando vidas por valores as vezes irrisório na ordem de poucos Reais.

Continuemos acreditando, contribuindo, acrescentando, pois cada um de nós fazemos pate da enorme corrente de segurança portuária.

Porém, lembremos que a nossa Presidente vetou, por duas vezes o nosso direito de defesa.

Marco Jamil
Guarda Portuário/RJ

Enquanto isso em Brasília...



http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1487706-congresso-abre-brecha-para-agente-de-transito-portar-arma-de-fogo.shtml

A Guarda Municipal caminha para sua regulamentação nacional quando sabemos que a GM é bem recente em muitos municípios, enquanto a GP tem relatos de sua criação em 1808.

A Secretaria de Portos, incumbida legalmente de regulamentar a Guarda Portuária no Brasil, "empurra" com a barriga a publicação da tão esperada regulamentação. Particularmente não vejo movimentos sindicais, associativos ou mesmo individuais na busca de informações sobre o tema, apenas "conversas de corredor".
Em 2009 quando fiz parte da equipe de colegas que labutavam em busca da portaria 121, não descansávamos, e olha que tínhamos algumas dissonâncias com a nossa Federação Nacional dos Portuários, que mais adiante foram ajustadas.

E hoje?

A Guarda Portuária continua respirando por aparelhos e o problema é que, alguém, pode, intencionalmente desligá-los.

Marco Jamil
Guarda Portuário/RJ



quinta-feira, 17 de julho de 2014

Aprovado estatuto que garante poder de polícia às guardas municipais

Por que não criarmos o da GP?

Da Redação/Agência Senado


O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a categoria passará a ter direito ao porte de arma e à estruturação em carreira única, com progressão funcional. O projeto, que tramitava em regime de urgência, será encaminhado à sanção presidencial.
De acordo com o projeto, as guardas municipais terão poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, mas sua estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares.
O Estatuto Geral das Guardas Municipais regulamenta dispositivo da Constituição que prevê a criação de guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. A guarda municipal deverá ainda colaborar com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas e contribuir para a pacificação de conflitos. Mediante convênio com órgãos de trânsito estadual ou municipal, poderá fiscalizar o trânsito e expedir multas.
Outra competência é encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime. A guarda municipal poderá ainda auxiliar na segurança de grandes eventos e atuar na proteção de autoridades. Ações preventivas na segurança escolar também poderão ser exercidas por essa corporação.
O projeto prevê igualmente a possibilidade de municípios limítrofes constituírem consórcio público para utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.
Esse consórcio poderá ficar encarregado também da capacitação dos integrantes da guarda municipal compartilhada. Todos os guardas deverão passar por esse tipo de capacitação e currículo compatível com a atividade.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), parabenizou guardas municipais que desde cedo aguardavam a votação em Plenário. O projeto tramitou mais de dez anos no Congresso. Ela ressaltou que a aprovação do estatuto colabora para melhorar a segurança da população.
Gleisi explicou que aceitou emenda de redação do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para definir as competências das guardas municipais e das outras forças policiais.
A aprovação também foi saudada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Para ele, o estatuto colabora para a manutenção da ordem e da segurança em várias regiões do país.
Antes de concluir a votação do projeto, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que sua aprovação representa um avanço e defendeu a alocação de mais recursos para a área de segurança pública.
Durante a discussão da matéria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concordou com a retirada de requerimento de sua autoria que solicitava o exame do projeto pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Também saudaram a aprovação do projeto os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Mário Couto (PSDB-PA), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Humberto Costa (PT-PE), Eduardo Braga (PMDB-AM), Paulo Paim (PT-RS), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES), Sérgio Petecão (PSD-AC), Eduardo Suplicy (PT-SP), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR) e as senadoras Ana Amélia (PP-RS), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

domingo, 13 de julho de 2014

Guarda portuária sem terceirização

Fonte: Jornal do Comércio 11/07/2014 - Pernambuco
         
Foto Arquivo pessoal- GP Jamil

Os desembargadores da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-PE) entenderam, por unanimidade, que o controle de entrada dos portos, em Pernambuco, deve ser feito pela Guarda Portuária e que as empresas Porto de Suape e Porto do Recife S.A. teriam que alterar os seus quadros funcionais para passar a fazer esse tipo de serviço. Atualmente, esse controle é feito por uma companhia terceirizada de vigilância, segundo informações do TRT-PE. A administração do Porto de Suape já recorreu da decisão e aguarda o julgamento.

A decisão dos desembargadores surgiu de um recurso impetrado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Ela revoga a decisão da primeira instância da Justiça que garantia a legalidade do trabalho dos vigilantes terceirizados. A relatora do processo e desembargadora do TRT-PE, Dinah Figueirêdo Bernardo, concedeu parecer parcialmente favorável ao MPT e citou, na sua decisão, entre outros, os artigos 4º e 5º, da Portaria número 121/2009 da Secretaria Especial dos Portos, que impossibilita a prática de terceirização nesse tipo de serviço.


Caso a decisão não seja cumprida, as empresas Suape e o Porto do Recife S.A. terão, cada uma, de pagar uma multa diária de R$ 5 mil. As empresas foram condenadas ao pagamento de R$ 100 mil por dano moral coletivo. O Porto do Recife informou, via assessoria de imprensa, que não se pronunciará sobre o assunto, porque não foi comunicado sobre a decisão.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

SINDAPORT GARANTE ISONOMIA A GUARDAS PORTUÁRIOS






O SINDAPORT ingressou com ação contra a CODESP em defesa dos guardas portuários que foram discriminados em direitos trabalhistas, em relação aos empregados mais antigos. Os substituídos foram admitidos por concurso público nos meses de janeiro e fevereiro do ano de 2005, se ativando em turnos ininterruptos de revezamento com jornada de 06 horas, com dobras habituais, abarcando, inclusive, o período do trabalho noturno portuário. Os substituídos quando da admissão no ano de 2005 (janeiro ou fevereiro) tiveram as horas extras e o adicional noturno remunerado com base no mínimo legal, ou seja, 50% e 20% respectivamente.
No entanto, todos os demais empregados da Codesp, inclusive os guardas portuários contratados anteriormente ao concurso público dos substituídos, continuaram recebendo os percentuais legais majorados 100% (hora extra) e 50% (adicional noturno), gerando discriminação entre mesmos profissionais.
A Codesp sustentava o ato discriminatório com fundamento na famigerada Resolução nº 9/96 do Conselho de Coordenação e Controle das Empresas Estatais do Ministério do Planejamento – CCCEE que limitava, ao mínimo legal estabelecido na CF e CLT o pagamento da hora extra e adicional noturno, obstando, assim, o direito à negociação coletiva de trabalho constitucionalmente garantido, conforme inciso XXVI do artigo 7º [1].
O Sindaport obteve a partir da data base do ano de 2006 a igualdade de tratamento. Entretanto, a empresa não pagou diferenças de período retroativo. Por essa razão ingressou com ação em nome dos trabalhadores, obtendo decisão favorável e condenação da empresa no pagamento de diferenças de horas extras e adicional noturno.
A condenação é definitiva e o processo se encontra em liquidação de Sentença. O Dr. Paulo Lyra do escritório Franzese Advocacia que patrocinou a demanda esclareceu que na fase em que se encontram o processo com homologação de cálculos não deve demorar em a empresa ser obrigada ao pagamento do crédito dos trabalhadores num total de 266 beneficiados.
Sentençade Liquidação - Processo 0793/2010
Relaçãode Guardas Portuários/Codesp admitidos em 2005
________________________________________
[1] Art. 7º. São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: (...) XXVI - reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho;


Fonte: Segurança Portuária em Foco/Sindaport

Guarda Portuária dobra e dá show na noite do Rappa



Fonte: AssCom Sindaport / Denise Campos De Giulio



Que o Rappa é uma das grandes bandas do cenário pop/rock nacional não há nenhuma dúvida. Fundada em 1993, no Rio de Janeiro, o grupo já vendeu entre álbuns de estúdio e ao vivo, álbuns de vídeo, singles, ep's e etc., mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo. 
 
Com 20 anos de história e um repertório recheado de letras que abordam as injustiças sociais que acontecem cotidianamente no Brasil, o Rappa é uma das bandas mais talentosas do mainstream tupiniquim, lotando ginásios, espaços e casas de espetáculos a cada apresentação.
 
Até aí tudo corriqueiro e muito natural para a trupe liderada pelo rastafári Marcelo Falcão que, sem saber e de forma no mínimo inusitada, aumentou ainda mais sua legião de fãs ao conquistar também a simpatia de um grupo de empregados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).
 
A admiração dos doqueiros teve início no último dia 27 de junho, quando o Rappa trouxe para Santos o show da aclamada tour nacional Nunca Tem Fim, realizado no Terminal Marítimo de Passageiros Giusfredo Santini, administrado pela operadora portuária Concais S.A.
 
Principal atração do Zero 13 Festival, a banda reuniu mais de 11 mil pessoas, segundo estimativas da Polícia Militar, que foram brindadas com uma apresentação considerada impecável pela crítica especializada, apesar dos problemas decorrentes da realização em local e condições totalmente impróprios. E foi aí que os portuários também se tornaram atrações mesmo sem subirem ao palco.
 
Autorizados pela Codesp a trabalharem excepcionalmente em regime de dobra, os profissionais da corporação foram os verdadeiros astros da noite ao fazerem uso de um simples apito de trânsito seus instrumentos musicais. Com pulmão, virtuosismo e pegada firme, a rapaziada garantiu com extrema habilidade e habitual competência o mínimo de organização possível no sistema viário em torno do complexo portuário, transformado grosseiramente no Circo Voador santista.
 
Além disso, longe das caras e bocas e principalmente das entonações características dos grandes "band leaders", os músicos da Codesp foram os verdadeiros responsáveis pelos principais graves e agudos da noite para garantir a segurança no fluxo de pessoas. De quebra, asseguraram ainda um ganho extra com a "canja" improvisada, seguindo à risca a letra de "Pescador de Ilusões", um dos clássicos do Rappa, que crava "valeu a pena". Será? 
 
Apesar da memorável performance dos artistas, cariocas e santistas, o precário e pouco eficiente sistema de infraestrutura existente no local, ressalte-se, para eventos de tal natureza, ficou patente e foi um verdadeiro fiasco em termos de organização e oferta de serviços ao público. Nesse sentido, as críticas foram muitas conforme matéria publicada no periódico A Tribuna dois dias após a realização do show.
 
Para o presidente do Sindaport, Everandy Cirino dos Santos, a direção da estatal precisa rever o aditamento contratual que autoriza a realização de diversos eventos no local. "Não só a Codesp, mas a Secretaria de Portos (SEP) e o próprio Tribunal de Contas da União (TCU) devem rever o documento firmado pelo ex-presidente José Roberto Serra com a direção da Concais".
 
De acordo com o dirigente, a Autoridade Portuária também agiu em desacordo com suas próprias deliberações. "Se a dobra foi liberada para um show de rock em pleno Porto de Santos, sob condições adversas em meio a um pesado trânsito de caminhões e composições férreas, também deve ser na vida cotidiana da empresa, principalmente em determinados setores considerados essenciais".
 
Na avaliação do sindicalista, os guardas portuários da Codesp foram os verdadeiros astros da noite e principais responsáveis para que o show não se transformasse em mais uma trágica experiência, à exemplo do que aconteceu naquele fatídico novembro de 1997, quando 8 jovens perderam a vida (7 por asfixia e 1 por traumatismo craniano) em um show dos Raimundos, no Clube de Regatas Santista. Outros 80 ficaram feridos.
 
Cirino alerta para o fato do terminal portuário receber um público duas vezes maior do que o ginásio do extinto "Azulão" da Ponta da Praia.  "Apenas para refrescar a memória dos responsáveis e organizadores do show do Rappa, inclusive os administradores da Codesp e da Concais, na triste noite dos Raimundos cerca de 5 mil adolescentes lotaram o ginásio do Regatas, ou seja, menos da metade num espaço que era infinitamente maior".
 
Considerado um dos maiores clubes da Baixada Santista, o Regatas aliava o charme e a beleza de sua suntuosa sede com as diversas dependências para a prática esportiva bem como o vistoso e imponente ginásio, que além de jogos também recebeu grandes atrações, nacionais e internacionais, tais como Elis Regina e os lendários Harlem Globetrotter, entre outros. Mesmo assim, foi palco de uma noite que marcou de forma negativa a história cultural da cidade. Ao que parece, a tragédia de Santa Maria (RS) também já caiu no esquecimento.
 
Apesar das críticas, o mandatário do Sindaport garante não será contra qualquer iniciativa de caráter cultural. "Desde que seja feita com responsabilidade e organização, sobretudo em locais adequados e não na faixa primária do cais, até porque porto é lugar de navios". As irregularidades verificadas na noite do último dia 27 serão levadas ao conhecimento do Ministério Público, da Casa Civil, da SEP, e demais órgãos competentes,  garantiu Cirino.
 
Para o sindicalista, ao permitir a alteração no contrato original firmado com a operadora, a Codesp abriu um "perigoso" precedente. "Daqui a pouco as demais empresas vão querer aditar seus respectivos contratos para poderem atuar em outras atividades na vacância de navios, e aí o maior porto do país vai se transformar num grande show, não de música mas de horrores", concluiu.
 
Mesmo na qualidade de coadjuvantes, os guardas portuários estiveram à altura de Xandão (guitarras), Lauro Farias (baixo), Felipe Boquinha (bateria), Falcão (vocal) e DJ Negralha. Com um repertório variado que navegou nos ritmos e estilos vindos do reggae, funk, hip hop, MPB, grooves dub, rap, samba-rock, e rock and roll, a galera da Rodrigo Silva mandou bem. Showzaço.

O Sindaport não esquece - http://www.sindaport.com.br/conteudo-pesquisa.php?id=2016  

terça-feira, 8 de julho de 2014

A Guarda Portuária não descansa



Luta incansável de Arnaldo Faria de Sá pela Segurança dos Portos Brasileiros
Mais uma vez, com a articulação de Vilmar dos Santos e da, ainda, Associação dos Guardas Portuários do Rio de Janeiro-AGPERJ junto com o Deputado Federal de São Paulo Arnaldo Faria de Sá – PTB/SP, um novo Projeto de Lei é iniciado na Camara Federal em Brasília, sendo que agora o cerne do Projeto de Lei é a Guarda Portuária de todo o País.


A proposta do grupo a partir desse momento é fazer o que deveria ter sido feito anteriormente: Articulação na Casa Civil, no Ministério da Justiça, na Camara e no Senado Federal.


Anteriormente, a AGPERJ marchou até a inclusão da GP no PL 6565/2013, cessando suas ações assim que o Líder do PT na Camara declara que o Governo não tinha o compromisso de aprovar o texto em que incluía a Guarda Portuária naquele projeto.


GP Jamil, representando a AGPERJ, Vilmar dos Santos e o Dep. Protógenes na inclusão da GP no PL 6565/2013


A AGPERJ sempre esteve a frente de grandes projetos juntamente com diversos companheiros pelo Brasil, e entre as ações cito a Portaria 121/2009-SEP, a Inclusão da Guarda Portuária no CBO, inclusão da GP no programa do Pronasci, PL 6565/2013, a inclusão da Guarda Portuária na Associação Internacional de Polícia/IPA, etc. Agora a nova direção da AGPERJ toma novo rumo na busca de mais representação, tornando-se uma frente de negociação legítima: Um SINDICATO.


Foram E-mails, SMS, mensagens pelo Facebok, etc. parabenizando a iniciativa da criação de um novo sindicato do Rio de Janeiro. Em Santos/SP por exemplo, há quem diga que o impacto foi de grande positividade chegando às raias da grande maioria dos Guardas no apoio da iniciativa, igualmente podemos citar os colegas de Salvador/BA entre outros Estados da Federação.





“Agora sim começamos a trilhar o caminho certo, como no Rio de Janeiro foi criado o Sindicato da Guarda Portuária outros Estados deveriam seguir este exemplo, agora realmente me sinto representado, parabéns aos verdadeiros Guardas Portuários.”
Vilmar Soares dos Santos

O tipo de gestão da Associação do Rio de Janeiro no momento toma forma. Com o foco em uma gestão de intermediações, nas soluções dos problemas internos e externos, Dejacy da Conceição lidera em tom harmônico, articulado e argumentativo, pois entende que o sindicalismo bruto ameaçador e ofensivo não cabe ha tempos nas mesas de negociações, afinal esta forma de conseguir as coisas devem, de certo, ficarem nos livros dos idos de 1970/80. Acredita ainda Dejacy da Conceição, que é muito mais produtivo conseguir soluções em conjunto do que apenas apontar dedos ou crucificar pessoas que cumprem o que o sistema dita.

Em fim, A AGPERJ convida, a todos que queiram fazer parte desta luta, independente de bandeira partidária, a juntar-se em uma só força, pois o reconhecimento e o sucesso da Guarda Portuária  depende somente de nós.


Parceria comprometida
Insp.Dejacy da Conceição - Pres. AGPERJ , Inp. Vilmar dos Santos  e GP Jamil

Leia o PL 7737/2014 na Íntegra no Link:

Em breve vem mais AGPERJ por aí. Acompanhem!

Marco Jamil

Tecgº Seg. Pública.

domingo, 29 de junho de 2014

César Borges assume SEP com desafio de deslanchar os arrendamentos


“Espero que eu traga para cá a mesma sorte dos leilões de rodovias. Meu objetivo é acelerar todos os processos, contando com a colaboração do Antonio Henrique Silveira, de forma que possamos somar esse esforço e deslanchar os arrendamentos portuários”.
Com esse recado, dado durante a cerimônia de transmissão de cargo nesta sexta-feira, 27 de junho, Cesar Borges assumiu a Secretaria de Portos. Ele deixa o Ministério dos Transportes, onde era titular desde março de 2013, e assume no lugar de Silveira, que agora é o secretário executivo da pasta.
O ministro, cuja nomeação foi publicada ontem, 26 de junho, em edição extra do Diário Oficial da União, citou que sob sua gestão nos Transportes foram concessionados quase cinco mil quilômetros de rodovias, por meio de seis leilões.
“Com esse modelo, por menor preço de tarifa de pedágio e em que a cobrança só será iniciada após a conclusão de pelo menos 10% das obras, conseguimos um deságio médio de 53% sobre a tarifa de pedágio máxima fixada pelo governo”.
Borges comparou o atual desafio de realizar os arrendamentos portuários ao das concessões das ferrovias. “A esse desafio soma-se a necessidade de o país de avançar na sua logística, para uma logística do século XXI, dando suporte ao crescimento econômico”.
O novo ministro observou que seu conhecimento político e sua experiência no setor público deu ânimo para que pudesse suceder Silveira “uma pessoa que eu já conhecia como articulador do Ministério da Fazenda”.
Antonio Henrique Silveira foi Secretário de Acompanhamento Econômico e Cesar Borges, engenheiro civil com formação no setor rodoviário, foi senador e ex-governador da Bahia, entre outras atividades públicas. Os dois também atuaram em conjunto na implementação do plano de ação que evitou os congestionamentos nas rodovias de acesso ao Porto de Santos durante o escoamento da safra 2013/2014.
“Não há descontinuidade no trabalho administrativo do governo. Estamos aqui para somar de modo que o processo de arrendamentos possa ser vitorioso e ter o mesmo sucesso das rodovias e dos aeroportos”, reforçou. Lembrou que a sociedade impõe hoje padrões na atividade econômica e exige a presença dos órgãos de controle (de contas e ambientais). “É preciso descobrir caminhos para avançar mesmo com essas imposições”.
O ex-ministro Silveira elogiou a escolha da presidenta. “Nos últimos tempos tivemos interesses convergentes e a convivência me fez admirar a competência técnica e a capacidade de articulação e gestão do César Borges”.
Em um breve balanço de sua gestão, disse que houve avanços em vários aspectos e frustrações em outros, como o “nó” jurídico que ainda trava o programa de arrendamentos, mas considera o balanço positivo. “Tivemos cooperação integral das companhias docas e implementamos ações necessárias para o novo marco de planejamento estratégico para o setor. Tivemos e vamos continuar tendo muito trabalho e agora fico como secretário executivo para ajudar”.

Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Portos - SEP/PR
Fone: +55 (61) 3411 3702  

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Secretaria de Portos tem novo Ministro


Por apoio do PR, Dilma tira César Borges dos Transportes


Ele será substituído por Paulo Sérgio Passos, que já passou pela pasta anteriormente. Planalto pretende divulgar nota oficial nesta tarde, confirmando a mudança

Para selar o apoio do PR a sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff decidiu ceder às pressões da sigla aliada e remover o ministro César Borges dos Transportes. A decisão de Dilma ocorre após meses de resistência da presidente. A petista passou boa parte das últimas semanas afirmando a interlocutores mais próximos que não aceitaria ser colocada contra a parede pela sigla aliada.

Embora seja filiado ao PR, Borges é tido como uma escolha técnica da presidente e não uma indicação da legenda. O partido se queixava da atuação independente do ministro, que, segundo colegas de partido, não fazia consultas à cúpula partidária, nem compartilhava decisões tomadas no comando da pasta.
Ele será substituído por Paulo Sérgio Passos, que já passou pela pasta anteriormente. Borges será realocado na Secretaria de Portos. Atual titular da pasta, Antonio Henrique Silveira permanecerá nos Portos, mas na função de secretário-executivo.
No fim das contas, pesou mais para Dilma a composição do palanque eleitoral, principalmente depois que o PTB anunciou, no último fim de semana, a decisão de deixar a aliança em torno de Dilma e aderir à campanha presidencial do tucano Aécio Neves (PSDB-MG).
Assim que veio à tona a notícia sobre o desembarque petebista, petistas já circulavam na convenção que oficializou a campanha de Dilma, no último sábado, dando como certa a troca de comando no Ministério dos Transportes.
A presidente queria, entretanto, uma fórmula para manter Borges no governo, encontrada com o remanejamento na Secretaria dos Portos. A equação recebeu na noite de ontem o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se reuniu com Dilma e a coordenação da campanha petista.
O Planalto pretende divulgar nota oficial nesta tarde, confirmando a mudança.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Caminho sem volta para a Guarda Portuária...

Dejacy da Conceição - Sinônimo de Garra e Perseverança

Pelo menos para a Guarda Portuária do Rio de Janeiro, quando na data de 23 de Junho de 2014, um considerável grupo de Guardas Portuários, Inspetores e aposentados, reúnem-se em favor da criação

do SINDGUAPOR-RJ. A data ficará para a história, não só pela vitória da Seleção Brasileira de 4x1 sobre a Seleção de Camarões, mas pela realização de um sonho antigo desta importante e nem sempre reconhecida categoria.

Com uma votação confortável, onde apenas UM voto foi contra a criação do sindicato da Guarda Portuária e outro de absteção, o novo sindicato é criado em clima de alegria, sentimento de realização e
independência.

Num ambiente de tranquilidade, respeito e democracia, a categoria demonstrou que já sabia qual caminho seguir e tornar real essa autonomia reprimida e a satisfação de verem, seus próprios integrantes defenderem, com comprometimento e amor a nossa farda e nossas necessidades.

Com a desvinculação de outras associações ou sindicatos, o SINDGUAPOR-RJ passa a ter autonomia para negociar e buscar nossos anseios específicos, não só junto das autoridades que interagem nos portos organizados mas em particular, àqueles que são entes diretos do governo federal e dos órgão competentes: Secretaria de Portos, Ministério da Justiça, ministério dos Transportes e até mesmo da própria Cia Docas RJ e outros.


Como em qualquer assembleia deliberativa, houve algumas discussões e dúvidas sobre o futuro estatuto que pautará as ações, direitos e deveres do sindicato que já podemos chamar de nosso.

A mesa dirigente da assembleia, não teve a menor dúvida ou timidez em ouvir a quem quisesse expor seus anseios, dúvidas e críticas, sendo estas últimas de forma sempre construtivas e respeitosas.

Se faz necessário parabenizar todo o empenho da diretoria da AGPERJ bem como a Força Sindical pelo apoio assessoria e realização do evento, parabenizar a Drª Clarissa, advogada da AGPERJ, que não
mediu esforços para a realização deste antigo sonho.

Parabéns a todos os presentes, parabéns a todos que trabalharam em favor a criação do SINDGUAPOR-RJ, Parabéns ao DEJACY, parabéns à Guarda Portuária do Rio de Janeiro.

 Clima de Confiança

 Sentimento de Independência

 Confiança

Liderança

 Democracia

 Expectativa

Apenas um Contra e uma Abstenção

VITÓRIA



AVANTE GUARDA


 PORTUÁRIA!